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Mauro Cezar: Zubeldía, o técnico que elevou o Fluminense, é superior a Renato Gaúcho e revoluciona o Tricolor

Zubeldía brilha no Fluminense e supera Renato Gaúcho, segundo Mauro Cezar Pereira

A goleada histórica do Fluminense sobre o São Paulo e a notável reação do time no Campeonato Brasileiro reforçam a assertividade da diretoria na contratação do técnico argentino Luis Zubeldía. Mauro Cezar Pereira, em sua análise no Posse de Bola, do Canal UOL, destaca que Zubeldía elevou o patamar da equipe, mostrando-se um treinador superior ao seu antecessor, Renato Gaúcho.

“Quero destacar aqui com ênfase essa reação do Fluminense, e o acerto, depois de muitos equívocos também do Mario Bittencourt, muito criticado na contratação do Zubeldía, um técnico muito melhor do que aquele que ele tinha antes, que vive muito mais do marketing, essa coisa toda, que é o carioca, que joga futevôlei na praia, mais do mesmo, né? O Zubeldía é um técnico melhor: ele pegou esse time e deu realmente um acréscimo muito grande”, afirmou Mauro Cezar.

Fluminense em fase espetacular sob comando de Zubeldía

O Tricolor Carioca atravessa um momento de grande forma, evidenciado em diversas partidas recentes. Além da expressiva goleada contra o São Paulo, o time demonstrou sua força em confrontos contra Mirassol, Flamengo e Palmeiras, com vitórias importantes conquistadas no Maracanã e um desempenho que poderia ter se traduzido em mais pontos fora de casa.

Mauro Cezar ressalta que essa ascensão ocorre mesmo sem a presença de John Arias, que era considerado o principal jogador do Fluminense, especialmente durante a passagem de Renato Gaúcho, incluindo o Mundial de Clubes.

Libertadores: Uma nova era para o Fluminense

O comentarista também enfatiza a recente classificação do Fluminense para mais uma edição da Copa Libertadores da América. Segundo Mauro Cezar, o clube inaugura um capítulo inédito em sua história ao manter uma frequência de participações no torneio continental.

“O Fluminense tá numa fase excelente, vem mostrando isso, mostrou nos jogos, não só nessa goleada, mostrou em jogos contra o Mirassol, contra o Flamengo e contra o Palmeiras, né? Quando venceu esses dois no Maracanã e poderia ter vencido em São Paulo. Tudo isso sem John Arias, que era o principal jogador do Fluminense, inclusive no Mundial de Clubes, quando o Renato era o treinador. Então, o Fluminense está em uma fase muito boa e vai de novo disputar a Libertadores nessa temporada, mas vem frequentando a competição com uma determinada assiduidade, aliás inédita na história do Fluminense, e vai jogar mais uma vez a Libertadores”, explicou.

Críticas à gestão do São Paulo e cenário político

Em outra análise presente nas discussões, Arnaldo Ribeiro critica duramente a gestão do São Paulo, que descreve como “abandonada”. Ele aponta a ausência de figuras chave, como o presidente e o diretor de futebol, além de um número significativo de jogadores, como fatores determinantes para o desempenho insatisfatório da equipe.

Ribeiro sugere que a situação atual do São Paulo pode ser um prenúncio de um cenário político ainda mais conturbado em 2026, com divisões internas antecipadas para 2025. Ele argumenta que a única razão pela qual o clube não está em situação ainda mais delicada, como a zona de rebaixamento, é o fato de outros times tradicionais também estarem em má fase.

Flamengo chega mais forte para a final, segundo Mauro Cezar

Mauro Cezar Pereira também analisou o confronto entre Flamengo e Palmeiras, indicando que o Rubro-Negro chega em uma condição mais consistente para a decisão. Ele contesta a ideia de um confronto equilibrado, argumentando que o contexto atual favorece o time carioca.

“É muito cômodo falar em 50% a 50% e ignorar o contexto. O contexto tá muito óbvio. Contexto não significa que alguém vai vencer, mas é evidente que o Flamengo chega numa condição mais interessante pra ele. O Palmeiras chegou numa situação em que vem de 2 pontos em 15 mais recentes que disputou no Campeonato Brasileiro, podendo perder inclusive a vice-liderança, praticamente perdeu o campeonato, tem chances remotas de conquistá-lo, isso não é irrelevante”, pontuou.

Palmeiras e a esperança em viradas de Abel Ferreira

Apesar do momento instável, Juca Kfouri sugere que o Palmeiras pode se apegar a duas possibilidades, além das probabilidades, para reverter a situação. Ele observa que, após uma sequência de derrotas, é natural que a equipe volte a vencer.

Mudança no estatuto do Palmeiras: “golpe”, afirma Lavieri

Danilo Lavieri considera a tentativa de alterar o estatuto do Palmeiras para permitir um terceiro mandato da atual presidente, Leila Pereira, como um “golpe”. Ele critica a forma como a situação é apresentada, buscando normalizar o que considera absurdo.

“É curioso como ela tenta normalizar a situação. Ela falou assim: tem gente que chama de golpe. Então ela tenta normalizar algumas situações que são absurdas. É bem claro que vai ser um golpe se mudar o estatuto porque você vai mudar o estatuto com a bola rolando. Uma coisa é, vamos mudar o estatuto para daqui a cinco anos você colocar outra coisa, mas você mudar o estatuto para o atual presidente continuar no cargo é muito óbvio que é golpe”, declarou Lavieri.