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Flamengo Encerra Ciclo de Isaquias Queiroz e Desativa Remo Paralímpico em Decisão Estratégica

Fim de uma Era: Flamengo Dispensa Isaquias Queiroz e Equipe Paralímpica de Remo

O Clube de Regatas do Flamengo anunciou, nesta segunda-feira, o fim de suas atividades nas modalidades de canoagem e remo paralímpico, confirmando a dispensa do renomado canoísta Isaquias Queiroz e de toda a equipe paralímpica de remo.

A decisão, classificada pelo clube como “estratégica”, marca a saída de um dos maiores atletas olímpicos do Brasil, Isaquias Queiroz, que defendeu o manto sagrado por sete anos e conquistou cinco medalhas olímpicas em sua carreira brilhante.

A notícia surpreendeu o cenário esportivo, encerrando a participação do Flamengo em esportes que, até então, representavam uma importante frente de atuação olímpica e paralímpica, conforme informação divulgada pelo O Globo.

A Despedida de um Gigante: Isaquias Queiroz e a Canoagem

A saída de Isaquias Queiroz representa uma perda significativa para o Flamengo. O canoísta, campeão olímpico e referência mundial, encerra seu ciclo no clube após sete anos de conquistas marcantes. Ele é detentor de cinco medalhas olímpicas, incluindo ouro no C1 1000m em Tóquio, prata no C1 1000m em Paris 2024 e outras medalhas na Rio 2016.

Além de Isaquias, a equipe de canoagem dispensada incluía outros atletas de destaque como Gabriel Assunção, Mateus dos Santos, Valdenice do Nascimento e Roberto Maehler. A decisão afeta diretamente esses profissionais que vestiam a camisa rubro-negra.

A esposa de Isaquias, Laina Guimarães, expressou sua tristeza nas redes sociais, afirmando: “Muito orgulho, meu amor, você ter vestido realmente esse manto de corpo e alma, e representado tão bem o Mengão. Triste porque sou flamenguista desde que me entendo por gente. E não ver o maior no melhor time do Brasil me corta o coração.”

Remo Paralímpico: O Fim do Único Esporte Paralímpico do Clube

O Flamengo também comunicou o encerramento de sua participação no pararemo, que era o único esporte paralímpico do clube. A equipe era composta por atletas como Michel Pessanha, Gessyca Guerra, Diana Barcelos de Oliveira e Valdenir Junior, que agora buscam novos caminhos em suas carreiras.

Segundo a coluna de Lauro Jardim no O Globo, o custo mensal do remo paralímpico para o Flamengo, considerado um dos clubes mais valiosos do país, era de cerca de R$ 10 mil. Esse valor, embora modesto para a estrutura do clube, foi um dos pontos considerados na reavaliação estratégica.

A Justificativa do Flamengo: