Atitude desproporcional da equipe da atração do Lollapalooza contra criança de 11 anos revolta rubro-negros que lotaram o perfil da norte-americana
A massa rubro-negra tomou os perfis virtuais da cantora internacional neste fim de semana, véspera de sua apresentação no festival em São Paulo. A retaliação digital massiva ocorreu logo depois do volante do clube carioca expor uma intimidação sofrida por sua família envolvendo a equipe de proteção da estrela pop na área de alimentação de uma hospedaria. O conflito chamou a atenção nacional a partir das informações detalhadas pelo Infomoney.
A menina de 11 anos, fruto do antigo relacionamento de Catherine Harding com o ator Jude Law e criada paternalmente pelo jogador, nutria grande admiração pelo trabalho da vocalista. A criança estava no mesmo espaço onde a artista tomava café da manhã e apenas abriu um sorriso ao caminhar perto da mesa, sem tentar qualquer contato verbal ou físico com a celebridade. Em sua conta na internet, o atleta detalhou a frustração com o episódio que arruinou a manhã da família.
“Vivi uma situação muito triste com a minha família agora mais cedo. A minha esposa está em São Paulo para o Lollapalooza Brasil. Hoje de manhã, minha filha acordou extremamente animada, fez até um cartaz de tão feliz que estava para ver uma artista que ela admira – ou admirava – muito, Chappell Roan.”
O profissional de segurança interrompeu a calmaria do refeitório de maneira ríspida ao abordar a mãe e a pré-adolescente. O homem ameaçou formalizar queixas na gerência do prédio por um suposto assédio e desrespeito, ignorando a idade da admiradora, que acabou caindo em prantos no meio do saguão. O meio-campista expressou sua inconformidade com o ataque verbal imposto contra sua filha.
“Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém pode ser considerado assédio. Ele ainda disse que faria uma reclamação contra elas no hotel, enquanto a minha filha de 11 anos estava chorando à mesa. Minha filha ficou super assustada e chorou muito.”
Pressão de fãs e silêncio da equipe internacional
As publicações da estrela pop foram rapidamente inundadas por protestos diretos. Diversos adeptos flamenguistas alertaram que a estadunidense está proibida de pisar no Rio de Janeiro e resgataram o famoso lema do título da Libertadores sobre o Palmeiras e Andreas Pereira, cravando que a cantora não sairia ilesa da cobrança social. Zombarias indicando que Emerson Royal cantaria melhor que a atração do festival dividiram espaço com manifestações de apoio de corintianos, que deixaram rivalidades de lado para defender a criança.
Veículos de imprensa tentaram contato com o estafe do talento internacional em busca de esclarecimentos sobre o embate. O Estadão conduziu o contato profissional, mas o silêncio prevaleceu do lado da norte-americana até a publicação original. A artista ignorou a controvérsia em suas plataformas, limitando-se a compartilhar um recado genérico de contagem regressiva para subir ao palco. O jogador finalizou seu relato apontando as consequências das atitudes de estrelismo.
“Chappell Roan, sem os seus fãs você não seria ninguém. E aos fãs, ela não merece o carinho de vocês.”