Com vínculo no clube saudita até meados do ano da próxima Copa do Mundo, o comandante sonha em liderar seu país e estuda renovação ou volta ao Brasil
O técnico Jorge Jesus estabeleceu os próximos passos de sua jornada esportiva para o momento em que finalizar o seu atual compromisso com o Al Nassr, com término previsto para junho de 2026. O alvo primordial do treinador é assumir o controle da seleção portuguesa imediatamente após a próxima edição do principal torneio mundial de futebol. Os detalhes do planejamento de carreira foram apurados e divulgados em publicação da ESPN.
A estratégia do profissional envolve ocupar a cadeira de Roberto Martínez. O atual líder da equipe lusitana deixará o cargo após o Mundial, uma decisão que acontecerá sem depender da performance do país dentro de campo. Na disputa pelos bastidores, o antigo ídolo rubro-negro surge como forte candidato ao lado de José Mourinho, que atualmente dirige o Benfica. A balança pesa a favor do técnico no futebol árabe porque o colega compatriota detém um acordo contratual com a equipe dos Encarnados válido por mais tempo, estendendo-se até junho de 2027.
Planos secundários e busca por recorde de Cristiano Ronaldo
Se o desejo de chefiar a equipe nacional não seguir adiante, a segunda rota traçada aponta para a permanência na liga saudita. O projeto de estender os laços contratuais prevê o foco voltado para a conquista de taças inéditas pelo Al Nassr e o apoio direto ao atacante Cristiano Ronaldo. O jogador procura alcançar o impressionante número de mil gols anotados na carreira, marca para a qual restam apenas 36 bolas na rede.
Distanciamento do mercado nacional e rotatividade na Gávea
Um cenário de volta aos gramados brasileiros não foi completamente descartado pelo comandante, ocupando, contudo, a terceira posição em sua ordem de preferências profissionais. Nesse contexto alternativo, o Flamengo figura como o destino favorito em virtude do legado deixado pelas conquistas históricas, encabeçadas pela taça da Conmebol Libertadores da América em 2019.
Desde a despedida do lusitano, a diretoria do time carioca lidou com alta instabilidade técnica no banco de reservas, precisando contratar dez nomes diferentes para liderar o elenco principal neste período
- Domenec Torrent
- Rogério Ceni
- Renato Gaúcho
- Paulo Sousa
- Dorival Júnior
- Vitor Pereira
- Jorge Sampaoli
- Tite
- Filipe Luís
- Leonardo Jardim