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Bruno Henrique lamenta ‘falta de sorte’ do Flamengo contra PSG na Copa Intercontinental e exalta: “Jogamos de igual para igual”

Bruno Henrique analisa revés do Flamengo para o PSG na Copa Intercontinental, destacando resiliência e a sensação de ter jogado de igual para igual.

O Flamengo bateu na trave novamente no sonho do bicampeonato mundial. A equipe carioca empatou em 1 a 1 com o Paris Saint-Germain, mas foi superada por 2 a 1 nos pênaltis, conquistando o vice da Copa Intercontinental em Doha, no Catar.

Apesar da derrota, o sentimento no elenco rubro-negro é de orgulho pela campanha. O capitão e um dos poucos remanescentes da final de 2019, Bruno Henrique, compartilhou suas impressões sobre o confronto e a temporada.

O atacante lamentou a “falta de sorte” no desfecho e fez questão de enaltecer o desempenho do time contra os franceses, comparando a partida com a final de 2019 contra o Liverpool, conforme informações divulgadas pelo ge.

Análise do confronto e a “falta de sorte”

Bruno Henrique expressou a dificuldade de falar sobre o resultado, reconhecendo a qualidade do PSG. “É uma equipe muito qualificada, vai brigar por título na Europa de novo. Sabemos que é uma equipe europeia, está na metade da temporada e nós estamos no final”, afirmou o jogador, explicando a diferença de ritmo.

Ele destacou que, no Mundial anterior, foi a vez dos europeus sentirem o cansaço, e agora foi a vez do Flamengo. “A gente tentou fazer nosso jogo, conseguimos fazer… Jogamos de igual para igual, criamos várias oportunidades, e pênalti é loteria“, completou.

O atacante reforçou o orgulho pela temporada brilhante, marcada pelas conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. A equipe sai de cabeça erguida, com o apoio e incentivo da torcida rubro-negra.

A frase “jogamos de igual para igual” ressoa como um mantra para Bruno Henrique, que vê o Flamengo em um patamar competitivo frente aos gigantes europeus, mesmo com as adversidades de calendário e o grande desgaste.

Comparativo com 2019 e o desgaste da temporada

Questionado sobre se o vice nos pênaltis em 2025 foi mais doloroso que a derrota na prorrogação em 2019, Bruno Henrique preferiu não comparar. Ele enfatizou o sentimento de “cabeça erguida” em ambas as situações.

“Lutamos, guerreamos… Levamos para os pênaltis, não aconteceu. Saímos de cabeça erguida“, disse o atacante. Ele também ressaltou o grande desgaste físico da equipe, que disputou 75 jogos na temporada e ainda chegou “vivo” para a Copa Intercontinental.

Apesar da tristeza pela derrota, o sentimento geral é de satisfação pelo esforço. “Parabenizo o grupo pela brilhante temporada. Chegamos com muita disposição e trabalho e saímos de cabeça erguida. O jogo foi parelho e a gente teve a sensação de que estava a todo momento atrás da vitória e todos jogaram para caramba”, pontuou.

Sobre sua própria performance, Bruno Henrique mencionou ter ido “até onde aguentei, aos 90 minutos”. Ele elogiou a intensidade do PSG e a qualidade de jogadores como Vitinha e João, destacando que a equipe seguiu as instruções táticas de Filipe, marcando bem.

Orgulho pela temporada vitoriosa

O craque rubro-negro reiterou que todos estão orgulhosos do time. “Nosso objetivo foi alcançado, a Libertadores, o Brasileiro. Viemos para vencer e saímos nos pênaltis, onde tudo podia acontecer”, concluiu Bruno Henrique.

Apesar do desfecho não ter sido o desejado na Copa Intercontinental, o legado da temporada 2024/2025 do Flamengo é inegável, com títulos expressivos e atuações de alto nível que consolidam o clube no cenário nacional e continental, provando que jogaram de igual para igual contra qualquer adversário.